Enfeitar-me-ei com boas obras



“Enfeitar-me-ei com boas obras” é o quarto ideal das Mensageiras do Rei (uma organização missionária para meninas de 9 a 16 anos das igrejas Batistas). Já falamos sobre o primeiro ideal que diz respeito à oração, também já falamos sobre o segundo ideal que diz respeito à Palavra de Deus, já falamos sobre o terceiro ideal que diz respeito à mordomia cristã e agora falaremos sobre as boas obras. Você considera importante fazer boas obras? Se sua resposta for não, comece a ler este artigo imediatamente, pois Deus quer trabalhar esta área em sua vida. Caso sua resposta seja sim, comece a ler esta postagem imediatamente, pois o Espírito Santo vai lhe mostrar o quão além as boas ações são importantes na nossa vida de comunhão com Deus.

“Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas.”
(Efésios 2.10)

Por meio das boas obras agimos com misericórdia para com aqueles que necessitam. As boas ações podem ser: dar de comer àquele que tem fome; dar de beber àquele que tem sede; amparar os enfermos; dar hospedagem aos peregrinos; vestir os nus; visitar os presos, etc.

Jesus disse que Ele passou por todas as situações citadas acima e foi bem recebido. E quando lhe perguntaram quando é que o povo o viu com fome ou sede, enfermo ou peregrino, nu ou preso e O assistiu, Cristo respondeu: “Digo-lhes a verdade: o que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram.” (Mateus 25.40).

Logo, o cristão tem que se empenhar na prática de boas obras. Conforme as Escrituras Sagradas dizem: “Estas coisas que eu lhe disse são todas verdadeiras; insista nelas, a fim de que os cristãos não deixem de praticar boas obras durante o tempo todo, pois isso não só é justo como produz resultados.” (Tito 3.8).

No entanto, o cristão deve saber que as boas obras não salvam, porque a salvação é pela graça de Deus por intermédio da fé em Jesus Cristo (Ef 2.8,9). Mas assim como a laranjeira produz laranjas e as roseiras produzem rosas, se espera que os cristãos produzam boas obras. Que, aliás, para que elas sejam boas obras devem brotar de um coração regenerado, ou seja, precisa ser fruto da fé. Como Tiago mesmo disse que a fé sem obras é morta (Tg 2.14-26); precisamos entender que não fomos salvos pelas boas obras, mas também não fomos salvos para a inatividade. As boas obras são evidências necessárias daquele que é salvo pela fé.

Para que a nossa fé seja viva, precisamos ter em mente que o importante são as nossas intenções. Jesus repreendeu de modo rigoroso os seus discípulos dizendo: “Tenham o cuidado de não praticar suas ‘obras de justiça’ diante dos outros para serem vistos por eles.” (Mateus 6.1a). Ou seja, não adianta fazer alguma boa obra na intenção de que os outros saibam o que você fez, isso é exibicionismo para ser elogiado pelas outras pessoas. Ao invés disso, faça a sua boa obra em segredo “e seu Pai, que vê o que é feito em segredo, o recompensará.” (Mateus 6.4b). Além disso, faça a sua boa obra com amor, pois sem amor é em vão a sua prática.

Lembre-se: da mesma maneira que uma árvore frutífera produz frutos, o cristão tem o papel de produzir bons frutos, isto é, boas obras. E assim como os frutos embelezam a árvore, as boas obras tornam admiráveis a sua vida aos olhos dos que estão ao seu redor. Então se dedique em fazer boas obras!

“Eu estou ciente de todas as suas boas obras - sua generosidade com os pobres, suas dádivas e o seu serviço a eles; conheço também o seu amor, a sua fé e a sua paciência, e observo o seu constante progresso em todas as coisas.” (Apocalipse 2.19)

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