Livro: Em seus passos o que faria Jesus? – Charles M. Sheldon



Há algum tempo perguntei no Facebook se alguém tinha uma sugestão de livro cristão para que eu pudesse desfrutar da leitura, e alguém (não me lembro quem) me sugeriu esse livro dizendo que ele mudou sua visão de Cristianismo. Procurei para comprar e consegui adquiri-lo. E hoje trago essa resenha para vocês e sei que vão gostar. Lembrando que no final desta postagem tem dez frases que achei impactante do livro.

Autor: Charles M. Sheldon
Páginas: 278
Editora: Mundo Cristão
Ano: 2008

Sinopse:

Em seus passos o que faria Jesus? narra as profundas mudanças ocorridas quando um pastor desafia sua comunidade a praticar a fé em Jesus Cristo. À medida que aceita o desafio, coisas incríveis acontecem em sua vida e na vida dos que o rodeiam. A pergunta “o que Jesus faria em meu lugar” passa a orientar todas as ações desse grupo, causando uma reviravolta sem precedentes.

Escrito por Charles M. Sheldon e publicado pela primeira vez em 1896, Em seus passos o que faria Jesus? tornou-se rapidamente um best-seller mundial. Estima-se que, apenas em inglês, suas vendas superaram os 50 milhões de exemplares. Leitores de todo o mundo continuam a surpreender-se com o desafio proposto há mais de um século.



Resenha:

Parecia um dia de domingo de manhã normal na Primeira Igreja de Raymond quando acontece um fato inusitado que mudaria radicalmente a vida das pessoas daquele lugar. A pergunta central era: “Em seus passos o que faria Jesus?”. Essa pergunta serve para orientar a partir daí os passos daqueles que assumiram este compromisso, o que trará uma mudança no coração e na vida das pessoas.

Esse livro é um clássico da literatura cristã.


Minha Opinião:

O livro é de fácil compreendimento e já no início mostra a sua proposta; que muda a vida dos personagens:

Henry Maxwell que é o pastor da Primeira Igreja de Raymond.
Alexander Powers que é o proprietário das oficinas de manutenção.
Milton Wright que é um comerciante.
Edward Norman que é o proprietário do jornal Diário de Notícias.
Rachel Winslow que é a cantora do conjunto do coral da Primeira Igreja de Raymond.
Donald Marsh que é o diretor da faculdade de Lincoln.
John Gray que é um grande evangelista.

Entre outros muitos personagens que aparecem na história, que se eu contasse daria spoiler. Esses nomes que citei são alguns frequentes personagens que aparecem neste enredo que já de início aparecem no livro, então é bom se acostumar com os nomes e quem são eles, porque eles são citados muitas vezes, e nem sempre diz o que eles fazem e se você não se familiarizar com os nomes atribuindo o que eles são, pode ficar meio perdida na leitura. E a partir de hoje, sempre que eu for fazer algo vou perguntar o que Jesus faria?.

E o versículo-chave para este livro é este:

“Para isso vocês foram chamados, pois também Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando-lhes exemplo, para que sigam os seus passos.”
(1 Pedro 2.21).


Quotes:

“Parece-me que existe uma quantidade medonha de problemas no mundo, problemas que não existiriam se as pessoas que cantam essas músicas também as colocassem em prática.” (página 16)

“Antes de ser tocado pelo Espírito divino, nenhuma pessoa pode afirmar o que o Espírito pode fazer nem como pode mudar o curso de uma vida inteira de hábitos arraigados nos pensamentos, nas palavras e nos atos.” (página 24)

“Jesus publicaria em seu jornal anúncios de whisky e cigarros?” (página 39)

“Jesus jamais usaria algum talento como uma boa voz apenas para ganhar dinheiro.” (página 57)

“Jesus me quer exercendo o papel de cidadão cristão.” (página 109)

“O dinheiro que eu chamava de meu não é meu, mas de Deus.” (páginas 130 e 131)

“As coisas boas são mais poderosas que as ruins.” (página 159)

“O novo conceito de discipulado significa que tanto você quanto seu trabalho estão num momento crítico. Se você mantiver o compromisso de fazer todas as coisas do jeito que Jesus faria, e eu sei que haverá de mantê-lo, não é preciso ser profeta para prever algumas mudanças importantes.” (página 206)

“E quando um homem perde o objeto de sua adoração, perde a razão para viver.” (página 212)

“Se renunciássemos ao cargo com o propósito de ir para a Índia, para a China, ou para algum lugar na África, as igrejas haveriam de enaltecer o heroísmo dos missionários. Que há de mais em querermos dedicar nossa vida para ajudar a resgatar os incrédulos e perdidos de nossa própria cidade?” (página 225)


Se você já leu esse clássico da literatura cristã, o que achou dele? Se ainda não tem o livro, está curiosa para adquiri-lo? Deixe seu comentário!
Meu e-mail: abileneleite96@gmail.com

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