Garotas fãs de Cristo: Vale a pena ler - A menina que fazia nevar

Vale a pena ler - A menina que fazia nevar


 
                             Vale a pena ler


"A fé é igual à imaginação. Ela vê uma coisa onde não há nada, dá um salto e de repente você está voando."
-A menina que fazia nevar



Sinopse do livro(Editora Paralela)

"Todos os dias se parecem na vida que Judith McPherson leva ao lado do pai. Eles têm uma rotina simples e reclusa, numa casa repleta de lembranças da mãe que ela nunca conheceu, e as únicas pessoas com quem convivem são os fiéis da igreja cristã a que pertencem. Judith não tem amigos na escola, onde é alvo de gozações, e para encontrar consolo se refugia no mundo de sucata que construiu em seu quarto. Lá, cada dia é um dia, e a vida pode ser incrivelmente feliz graças a sua imaginação. Basta acreditar que a Terra Gloriosa, como ela chama sua maquete, é realmente o paraíso prometido onde um dia vai viver ao lado da mãe. Aos dez anos, Judith vê o mundo com os olhos da fé, e onde os outros veem mero lixo, ela identifica sinais divinos e uma possibilidade de criar. Assim, constrói bonecos de pano e inventa para eles histórias felizes na Terra Gloriosa. O que nem Judith poderia imaginar é que talvez seu brinquedo seja mais do que uma simples maquete. Pelo menos é o que parece quando ela cobre a Terra Gloriosa de espuma de barbear e a cidade aparece coberta de neve na manhã seguinte. Um pequeno milagre, é assim que ela interpreta esse e outros sinais parecidos. Tão pequeno que muitas pessoas poderiam pensar que não passa de coincidência, mas Judith sabe que milagres nem sempre são grandes, e que reconhecê-los é um dom de poucas pessoas. Longe de ser benéfico, no entanto, esse poder traz consigo uma grande responsabilidade. Afinal, seria certo usar a Terra Gloriosa para se vingar de Neil Lewis, o colega que a maltrata todos os dias na escola? "

     Gente do céu para tudo para falar sobre esse livro! O livro trata da história de Judith uma menina super religiosa por causa de seu pai. Sua mãe morreu no parto e isso fazia com que seu pai culpasse Judith pela morte da mãe. Ela e o pai tinham uma relação simples, sem demonstração de afeto, carinho ou qualquer outro sentimento. Judith era do tipo de pessoas que iam para a escola e contava os segundos para a aula acabar, voltava para casa, se enfiava no quarto e só descia quando o pai mandava. Pelo fato de Judith sempre ficar enfurnada no quarto e não ter amigos (Só os adultos da igreja onde iam.), fez com que Judith criasse um maquete de materiais reciclados encontrados na rua (Lã, algodão, folhas, terra, areia, pedra. barbante, pedaços de tecidos, massa de modelar e etc.), a maquete se chamava 'Terra Gloriosa' e se chamava assim baseado no Armagedon que estava escrito na Bíblia, pois depois de tudo todos os 'escolhidos' iam para a 'Terra Gloriosa'.
      Na maquete tinham casas, fábricas, montanhas, sol, lua e uma imensidão de coisas, mas também tinham dois bonecos que era Judith e o Pai. Na escola, Judith sofria muito bullying e certa vez, um colega de classe ameaçou enfiar a cabeça de Judith na privada. Foi nesse momento que começa a devastação pela 'Terra Gloriosa'. Judith é encorajada por um palestrante de sua igreja a usar a fé e através disso, resolve picar papeis e jogar areia para jogar na maquete como se fosse neve. A partir desse momento Judith escuta uma voz que a encoraja a jogar mais areia e cobrir toda a maquete. Judith cai no sono e ao acordar vê que a sua casa, a rua e toda a cidade estava coberta por neve. 
      Acontece muitas coisas no livro. O pai de Judith era um homem muito religioso e bem no final do livro ele perde a fé. Judith que descobre que tem 'poderes especiais' sente culpada por tudo isso, pois acontece uma série de fatos que Judith desejava acontecer. 

"Se você quiser ir mais alto, é só dar um pouco mais de corda."
-A menina que fazia nevar
      
      Meu livro ficou um caco, pois comecei a ler na última semana de 2014 e depois disso o levei para a viagem. Esse livro requer muita imaginação pois é um completa viagem. Gostei bastante e o máximo é o nome dos capítulos, pois são titulados de acordo com o ápice de cada capitulo. 
      A crítica do livro é a religiosidade e a fé confundida com imaginação. Judith e o pai sempre foram aos cultos, mas nunca viveram as boas novas da Bíblia e quando Judith acreditava que estava cheia de fé, mal sabia que tudo isso era obra de sua mente.
      Ahhhhhhh, o final do livro. Sabe quando as páginas estão acabando e você se apaixona pelos personagens ? Acontece isso. Eu me apaixonei por Judith que quase entrei no livro e peguei a Judith no colo e trouxe ela para a minha casa. Sim, a Judith só tinha/tem/sempre terá 10 ANOS ! Você fica meio abobalhado por o que acontece nas páginas finais, mas última página você pensa: 'NÃO ACREDITO!'. Tive vontade de olhar na face da autora do livro e dar língua para ela. Você espera uma segunda parte, mas não tem. Não tem mais nada ! NADA, NADA, NADINHA DE NADA !
      Leiam o livro, viagem na neve e me digam como foi a sua experiência. Vou sentir saudades de Judith e da Terra Gloriosa. 

P.S. Tem um booktrailer simples, mas que vale a pena dar uma olhadinha!


Boa leitura e beijos da Mi !


5 comentários:

  1. Olha eu estava lendo seu post e pensando "preciso ler, preciso ler isso" ai vc falou que o final era sem graça e vago, perdi a vontade na hora kkkkkk, mas confesso que ainda existe alguma curiosidade em saber mais da historia de Judith.

    Beijo, Deus te abençoe
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    1. Isso foi uma opinião, mas lê e depois você me fala sobre o que achou do final. Toda leitura vale a pena, mesmo que o final seja meio "bléh". rs

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  2. Estou louca atrás desse livro faz tempo. Agora estou com vontade de ler mais ainda.

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  3. Gostaria de tirar uma duvida sobre o final do livro porque tambem fiquei a ver navios. Deus queria que ela tirasse a própria vida? Independente de ser imaginacao ou nao foi uma parte que realmente nao entendi...alguem poderia me explicar...

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    1. Então, o livro se estende como uma utopia. Ele não ia tirar a própria vida, iria tirar a vida da maquete que fazia parte dela. Como se ela estivesse cansada de seguir a vida do seu próprio jeito e quisesse que Deus conduzisse

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