Garotas fãs de Cristo: Jesus de quem?

Jesus de quem?

Dias desses eu estava dando uma passeadinha pelo Youtube e resolvi dar uma olhada em um clipe de uma dessas cantoras pop americanas, simplesmente por curiosidade. O vídeo da moça começava com umas pessoas exibindo umas placas em inglês com dizeres relacionados a Jesus. Pelo o que eu entendi eles se manifestavam contra o casamento homossexual ou algo do tipo.

Na sequência a cantora começa a dizer algo parecido com: “O meu Jesus não é assim, o meu Jesus...” Pronto. Isso foi suficiente para que eu fechasse a janelinha e começasse a pensar um pouquinho sobre essa coisa de “Meu Jesus”.

Antes que alguém pense errado, o foco deste texto não é a homossexualidade, deixemos o assunto para uma próxima oportunidade. A fala dela me fez refletir sobre como nós gostamos de criar o nosso próprio Jesus.

O Jesus que inventamos geralmente é aquele que se assemelha com os nossos pensamentos. Muito fácil não? Botar na cabeça que Ele pensa assim ou assado, sair dizendo isso para o mundo todo e continuar fazendo o que bem entender com a mente tranquila.

Só que não. Não é Jesus que tem que se moldar aos nossos pensamentos e opiniões. O Senhor é Ele, logo somos nós que temos que deixar para trás o que achamos ser certo, e através de uma leitura mais aprofundada da Palavra aprender o que é que Jesus ensina de verdade e praticar.

Essa coisa de criar um monte de Jesus, cada um com uma personalidade diferente, parece mais ser uma maneira de querer impor a Deus a sua própria vontade. Ou pior, acabar sendo o seu próprio deus, o que nos leva a uma horrorosa heresia.

Dizer que só quem ainda não frequenta uma igreja cristã é que inventa um senhor de acordo com seus padrões também é mentira. Não é raro ver quem use um versículo para fortalecer um ponto de vista e ignore outros que neguem tal opinião. Isso é querer manipular a Bíblia ao seu favor, olhar somente um lado da história e de certa maneira estabelecer que o Senhor seja diferente do que a Palavra apresenta.

Nos evangelhos vemos que Jesus condenava o pecado, mas perdoava os pecadores arrependidos. Vemos que Ele chamava a atenção dos religiosos hipócritas com veemência e resgatava os perdidos. Ele obedecia à Palavra do Pai, ao mesmo que demonstrava o maior amor do mundo.

Afirmar que algo é pecado não é errado, disseminar ódio contra quem comete é, pois a Bíblia nos ensina a amar como Jesus amou. Que um não ande sem o outro e que saibamos amar sem esconder a verdade!

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