Garotas fãs de Cristo: Outubro 2013

Não faz sentido



A vida é um presente, um dom de Deus. É natural porque já nos acostumamos, mas ao mesmo tempo este mundo em que vivemos e este fôlego que nos mantém vivos não deixam de ser extraordinários.

Pessoas vivem suas vidas com planos, sonhos e propósitos a cumprir. Para serem felizes, para preencherem o vazio da alma, para darem sentido a sua existência.

Só que mesmo com tantos desejos e metas a serem cumpridas. Muita coisa ainda continua sem sentido.

Não faz sentido, por exemplo, trabalhar e estudar tanto e não ter tempo para dar atenção a sua família.

Não faz sentido juntar riquezas e ignorar o próximo que passa fome bem ao seu lado.

Não faz sentido falar mal dos políticos corruptos e passar a perna no colega de trabalho.

Não faz sentido reclamar que falta amor e trair o (a) namorado (a).

Não faz sentido reclamar que ninguém te dá atenção, se você não consegue ter paciência para brincar por míseros dez minutos com uma criança.

Não faz sentido julgar e apontar o pecado dos outros, se você não consegue se livrar do teu.

Não faz sentido ir todo domingo à igreja e no resto da semana viver uma vida dupla, como se Cristo não importasse.

Não faz sentido pedir e não agradecer.

Não faz sentido receber e não compartilhar.

Não faz sentido viver uma vida vazia e egoísta, sendo que você pode deixar Deus guiar os teus passos e te usar para algo maior que tudo isso: glorificar o nome Dele.

Não faz sentido viver um vida sem sentido.

Eu não tenho o dom

É bom ser bom em alguma coisa, não é? Ter uma habilidade especial, fazer uma tarefa de um jeitinho todo único, saber que as pessoas te apreciam por isso...

Quando a gente sabe que tem talento para fazer algo, que quando nos dedicamos a determinada coisa, ela sai muito bem feita, a tendência é que comecemos a gostar cada vez mais de fazer tal coisa. E podemos usá-la tanto para o bem quanto para o mal.

Podemos usar nossos dons para obter vantagens em relação a outras pessoas, para obter lucros financeiros ou podemos empregá-los em seus verdadeiros propósitos: para a glória de Deus.

A Bíblia nos ensina que os dons perfeitos vêm de Deus:

Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes.- Tiago 1:17

É pela graça Dele que seres humanos são capazes de fazer coisas maravilhosas que deixam outros seres humanos de queixo caído. Eu acredito que Deus já está glorificado pelo simples fato de dar um talento a alguém. A pessoa querendo ou não, usando ou não corretamente suas habilidades, não tirará o mérito de ser Deus que a capacita.

Porém, quando uma simples pessoa reconhece a soberania de Deus e admite que não tem o dom, mas que o recebeu de Deus e decide usá-lo para o bem, para serviço do Reino, para levar a mensagem do Evangelho e dar sentido a sua pequena vida, ela pode ser instrumento para coisas bem maiores do que a simples prática de uma tarefa prazerosa que rende elogios.

Falar, cantar, ouvir, dançar, escrever, desenhar, pintar, dançar, interpretar e tantas outras coisas fazem com que cada ser humano seja especial ao seu modo. Mas não seria mais especial ainda entregar aquilo que sabemos fazer de melhor a Deus? Afinal, não foi Ele mesmo que nos deu este presente?


Para pensarmos mais sobre isso, deixo uma música que também reflete este tema: “Eu não tenho o dom” - Marcela Taís: 


Porque Ele amou primeiro



Amor.

Sentimento bonito esse, não é? Realmente é muito bom amar alguém e receber o amor de volta. É bom ter alguém por perto cuidando da gente, querendo ouvir o que temos a dizer, se preocupando até com nossos menores problemas.

Nós amamos nossos pais porque eles cuidam de nós, nos protegem, suprem nossas necessidades e nos dão o maior carinho que podem. Amamos nossos irmãos porque eles são nossos companheiros e sangue do nosso sangue. Amamos nossos amigos porque nos identificamos com eles, porque podemos confiar e contar com eles.

Nos amores citados acima, os dois fatores se misturam, mas dá para perceber que há sempre uma condição estabelecida para o amor. E se elas não existissem, ainda haveria amor? Será que não são elas as razões pelas quais amamos mais as pessoas que se identificam com a gente do que o mendigo que fica ali na esquina, ou a menina chata da sala de aula que insiste em nos provocar?

Afinal, como amar alguém que eu nem conheço (e nem me interesso em conhecer), ou alguém que insiste em me tratar com desprezo?

Em meio a tantos amores, insistimos em afirmar que amamos a Deus. Mas por que? Pelo o que Ele é, ou pelo o que ele nos dá? Porque sabemos que podemos contar com Ele em nossas necessidades ou porque gostamos da companhia Dele? Porque Ele nos brinda com sua misericórdia todos os dias ou porque decidimos entregar a nossa vida a Ele, mesmo que tudo aconteça de forma contrária aos nossos anseios?

Até onde vai esse nosso amor por Deus? Se por amor Dele, tivermos que deixar tudo para trás, nossos sonhos e desejos mais fortes, será que o amor persiste? Se tivermos que perder coisas a que damos valor, seremos capazes de render graças ao nome Dele?

Bem, a resposta para essas perguntas demandam tanta reflexão que eu deixo no ar, para que cada um a tenha em seu próprio coração. Mas de uma coisa eu sei: nós O amamos porque Ele nos amou primeiro. Porque Ele nos salvou, resgatou e regenerou por meio de Jesus. Mesmo não tendo nada que preste dentro de nós. Mesmo tendo toneladas de sujeira dentro do nosso coração. E esse amor não é amor de homem. É amor de Deus. Incondicional. 

O problema é o pecado



Se você parar e pensar um pouco nos problemas que nos afligem a cada dia, se analisar e buscar com afinco a raiz do problema, vai perceber que o pecado é um dos grandes vilões do mundo.

Pecado que se aloja em nossos desejos, preconceitos, medos, segredos e orgulhos... Pecado que escondemos de todo mundo, menos de Deus.

Se finalmente nos dermos conta que o pecado é a causa da maioria de nossas aflições, poderemos então buscar o tratamento para o mal causado por ele: o perdão por meio do amor de Jesus Cristo.

Deixo abaixo para vocês um texto bastante interessante sobre pecado que encontrei no site da Editora Ultimato:

A descoberta do pecado e a descoberta do perdão

Sem diagnóstico, não há tratamento. Sem tratamento, não há cura. Sem cura, o prolongamento da vida é incerto. O mesmo acontece com as doenças da alma.

Pouco antes de sua morte, Jesus explicou que o ministério do Espírito Santo seria convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8). A doença da alma é o pecado. Esse é o diagnóstico correto, difícil de ser admitido. A convicção de pecado é a porta de entrada para o arrependimento e o perdão. O processo da salvação começa sempre aí. Porém, além de convencer o pecador do pecado, o Espírito Santo convence-o da justiça de Deus, isto é, da justiça propiciada pela morte sacrifical de Cristo. Apropriando-se pela fé da justiça de Deus, o pecador arrependido é então feito justo e não está mais em débito diante de Deus (Rm 1.17; 5.1; 8.1).

Pouco antes de sua ascensão, Jesus ordenou que seus discípulos percorressem o mundo inteiro anunciando sempre duas mensagens “coladas” uma na outra: a mensagem do arrependimento e a mensagem do perdão (Lc 24.17). O que leva ao arrependimento é a convicção do pecado; o que leva ao perdão é a aceitação pela fé de Jesus como Salvador e Senhor. Sem falar em pecado não há necessidade de falar em perdão. A propósito, é oportuno citar uma observação feita há 65 anos, no Rio de Janeiro, pelo formidável missionário batista William Carey Taylor: “Suponho haver, neste instante, ao menos um milhão de pecadores no Brasil que estão intelectualmente convencidos da verdade do evangelho, faltando-lhes, no entanto, a convicção de pecado para poderem crer e ser salvos” (“Evangelho de João”, 1975, v. 3, p. 104). É o caso de se perguntar: quantos milhões haveria hoje depois do espantoso crescimento de igrejas evangélicas no país?

Pouco antes de sua última ida a Jerusalém, Jesus ensinou aos seus discípulos: “Se o seu irmão pecar, repreenda-o e, se ele se arrepender, perdoe-lhe” (Lc 17.3). Aqui estão, outra vez juntas, as duas obrigações gêmeas: repreender o culpado e perdoar o arrependido.

Um dos deslizes da igreja de Corinto foi a ausência de ambas as providências: eles deixaram de repreender o imoral que chegou a deitar-se com a mulher do próprio pai (1Co 5.1-5) e também deixaram de perdoá-lo depois que ele se arrependeu (2Co 2.5-11).

Elben César

Masturbação é pecado?

Essa é uma daquelas questões polêmicas as quais muitos cristãos têm diferentes posições. Alguns pensam que essa prática é válida e não tem nada a ver, não faz mal algum. Outros já discordam e dizem que é uma prática que não leva à pureza e portanto é um pecado. E você continua naquela dúvida, porque ouve várias respostas diferentes e não sabe qual é a certa e qual é a errada. Por isso resolvi fazer mais uma postagem polêmica a milhares de jovens respondendo uma dúvida cruel que persegue há anos a vida de muitos. Então chega de papo furado e vamos logo ao que interessa!